29 May 2012

Sagres Surf Culture in Portugal


Event Poster ©Lars Jansen 
O Sagres Surf Culture realizou-se no passado fim-de-semana na vila algarvia de Sagres, reunindo vários artistas, designers, produtores, fotógrafos, escritores, músicos e ilustradores que têm no seu trabalho um denominador comum: o Surf.

O evento assumiu-se como um espaço inédito de exposição, reflexão e debate em torno deste desporto que cresce cada vez mais em Portugal.
  
The SagresSurf Culture was held in the past weekend in the Sagres, Algarve, bringing together artists, designers, producers, photographers, writers, musicians and illustrators who have in their work a common denominator: Surf.

The event was seen as an innovative space for exhibition, reflection and debate on this sport that is growing increasingly in Portugal.







Exhibition ©Lars Jansen

Sam Alone & The Gravediggers concert ©Lars Jansen

Exhibition ©Lars Jansen

Gonçalo Mar detail ©Lars Jansen

Mário Belém work ©Lars Jansen

Lecture ©Lars Jansen

Paulo Arraiano e Gonçalo Mar working ©Lars Jansen

Ricardo Bravo and his work ©Lars Jansen

Stuck photos ©Lars Jansen

28 May 2012

Tiago Pires em free surf brasileiro • Tiago Pires in brazilian free surf


Tiago Pires aproveitou o máximo do Brasil para pôr o surf no pé, sem esquecer uma torcida no jogo do Vasco da Gama. Aqui fica o video.

Portuguese surfer Tiago Pires took the most out of Brasil to improve his surf, and going to Vasco da Gama game. Here is the video.



Meninas em França • Girls on France



As meninas preparam-se para invadir Hossegor, em França, para o Swatch Girls Pro France, etapa de seis estrelas a decorrer entre 30 de Maio e 3 de Junho.
O evento irá contar com nomes bastante conhecidos, como local Pauline Ado, Coco Ho, Courtney Conlogue e Bethany Hamilton. A não perder!



The girls are preparing to invade Hossegor, France, for the Swatch Girls Pro France, six stars event between 30 May and 3 June.
The competition will feature well known names such as local Pauline Ado, Coco Ho, Courtney Conlogue and Bethany Hamilton. Do not miss!




Owen e a sua habilidade especial • Owen and his special skill

(photo: ©Dragon) 

Owen Wright em entrevista ao Triple J fala sobre o seu surf e a sua outra habilidade... 


Owen Wright in interview on Triple J talks about his surf and his other skill... 

22 May 2012

Barbie Stephanie


Stephanie @Vogue


A revista Vogue foi a mais recente incursão da 3x campeã mundial Stephanie Gilmore no mundo da moda.
Depois de um ano de 2011 bastante conturbado, onde a surfista andou numa “soul searching”, Gilmore parece estar agora bem mais focada na sua carreira, quer em termos competitivos, quer no retorno para o seu novo patrocinador. Depois de vários anos com a Rip Curl, Stephanie Gilmore é agora a cara mais visível da Quiksilver.
As reportagens fotográficas da campeã mundial não são novidade, tendo já passado pela Cooler Magazine ou ESPN.

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Vogue Magazine was the latest incursion of the 3 time world champion Stephanie Gilmore in the fashion world.
After a very turbulent year of 2011, where the surfer was "soul searching", Gilmore seems to be now much more focused on his career, either competitively or in the return for his new sponsor. After several years with Rip Curl, Stephanie Gilmore is now the most visible face of Quiksilver.
The photographic reports of the world champion are not new, having already passed by the pages of Cooler Magazine and ESPN.





16 May 2012

Primeiro gosto de vitória em 'CT • First taste of 'CT victory


John John Florence venceu o seu primeiro evento ASP, ganhando a Joel Parkinson na final do Billabong Pro Rio, na Barra da Tijuca.

Florence, um estreante no WCT este ano, foi imparável terminando com as aspirações de vitória de surfistas como Julian Wilson ou Josh Kerr.

O surfista havaiano é agora n º 6 no ranking mundial, quando nos aproximamos do evento em Fiji, que decorrerá entre 3 e 15 de Junho.

"Isto ajuda minha confiança", disse Florence. "Estou muito confiante em ir a eventos com ondas tubulares como Pipe. Obviamente, que tenho muita experiência em tubos, mas chegando aqui, eu não estava à espera de um grande resultado. Apenas esperava passar algumas baterias. "

Quanto a Parkinson, apesar do seu bom desempenho nos quartos-de-final e semifinais, foi incapaz de encontrar o ritmo contra Florence na última bateria do evento e terminou em segundo lugar.

John John a ser levado em ombros pela primeira vez no 'CT • John John being caried for the first time in the 'CT
(photo ©ASP)


John JohnFlorence won his first ASP event, taking out Joel Parkinson in the final of Billabong Rio Pro, at Barra da Tijuca.

Florence, a rookie on this year’s WCT, was unstoppable ending victory aspirations of surfers like Julian Wilson or Josh Kerr.

The Hawaiian surfer is now No. 6 on the world ranking, as we approach the Fiji event, from June 3 through 15, 2012.

“This helps my confidence so much,” Florence said. “I have a lot of confidence going into events with barreling waves like Pipe. Obviously I have a lot of confidence in barrels from my experience at Pipe, but coming here, I wasn’t expecting a big result. I was just hoping to make a few heats.”

As for Parkinson, in spite a good performance trough the quarters and semis was unable to find a rhythm against Florence and finished runner-up.

Tiago Pires em 5º no Rio Pro • Tiago Pires gets 5th in Rio Pro


Tiago Pires sobe no ranking ASP • Tiago Pires jumps forward in the ASP ranking
(photo ©RICARDO BRAVO)
Tiago Pires conseguiu um 5º lugar no Billabong Rio Pro. O surfista mais conceituado de Portugal conseguiu chegar aos quartos-de-final da prova, sendo apenas travado por um muito motivado Joel Parkinson.

Este é o melhor resultado alcançado por Tiago este ano, impulsionando-o no ranking geral.

No que diz respeito à performance do surfista português, as atenções viram-se agora para a paragem em Fiji, uma vez que Tiago sempre mostrou dar-se bem em ondas mais tubulares, como foi o caso do resultado alcançado na Indonésia em 2008.

O tour mundial vai estar em Tavarua, Fiji, entre 3 e 15 de Junho.


Tiago Pires got a 5th place in the Billabong Rio Pro. The most renowned surfer of Portugal managed to reach the quarter-finals of the competition, just being caught by a very motivated Joel Parkinson.

This is the best result achieved by Tiago this year, boosting him in the overall ranking.

As for  the performance of the Portuguese surfer, attentions are now on the stop in Fiji, since Tiago has always shown to do well in most tubular waves, as was the case of the result achieved in Indonesia in2008.

The world tour will be in Tavarua, Fiji, between 3 and 15 June.



15 May 2012

Uma boleia cara • An expensive ride


Gabriel Medina protagonizou um dos episódios mais polémicos do Billabong Rio Pro, ao perder cedo no round 2, após ter recorrido à assistência da mota de água, sem que a mesma estivesse autorizada para tal.

Medina havia perdido a prancha e, depois de uma séria remada em condições difíceis na Barra da Tijuca, subiu à mota para ser levado de volta ao lineup. O condutor avançou com o surfista, mas logo o speacker avisou que não era autorizado e que teria que voltar para a praia, de modo a remar para o outside.

A verdade é que a prestação de Medina, já aquém do que nos tem habituado, sofreu mais um revés com o seu regresso à praia. E o surfista acabou mesmo por perder o heat contra o wildcard brasileiro Peterson Crisanto.

A dúvida permaneceu sobre se o surfista estaria avisado de que a ronda decorreria sem assistência de mota de água ou se deveria sabê-lo, ou, se por outro lado, o condutor deveria de ter conhecimento de que não poderia auxiliar os surfistas e não ter levado Medina.

No final do heat a revolta de Medina era latente. No Twitter o surfista chegou mesmo a escrever: @aspworldtour é perfeita! Muito obrigado por ter essas regras, vocês sempre estão certos, sempre!!! #agradeço. Isso só me dá vontade de parar de competir!!! Valeu @aspworldtour


Apesar da sua recente vitória no WQS em Trestles, esta é a segunda vez neste ano competitivo que Medina fica pelo segundo round, bem longe das expectativas que criou com a sua entrada no circuito no ano passado.


Gabriel Medina led one of the most controversial episodes of the Billabong Pro Rio, losing early in the second round, after resorting to the jetski assistance, not being authorized to do so.

Medina had lost the board and, after a serious swim in difficult conditions at Barra da Tijuca, he got on the jetski to be taken back to the lineup. The driver advanced with the surfer, but soon the speacker warned that it was not authorized and he had to return to the beach, to paddle to the outside.

The truth is that Medina, already short of what he accustomed us, suffered another setback with his return to the beach. And the surfer ended up losing the heat against Brazilian wildcard Peterson Crisanto.

The question remained whether the surfer was told that the round wouldn’t have jetski assistance or should know it, or if, on the other hand, the driver should have been aware that he couldn’t help surfers and not take Medina.

At the end Medina was revolted with the situation. On Twitter he even wrote: @ aspworldtour is perfect! Thank you for having these rules, you are always right, always! # thank you. That just makes me want to stop competing! Thanks @ aspworldtour


Despite his recent victory at the WQS in Trestles, this is the second time this year that  Medina looses in the second round, well away from the expectations created with his entry to the asp circuit last year.

14 May 2012

Sally um passo mais perto • Sally a step closer


Sally Fitzgibbons venceu mais uma etapa do circuito mundial de surf, ao vencer Coco Ho na final do Rio Pro.

O resultado final não podia ser mais renhido: 14.10 contra 14.03.

O burburinho desta etapa feminina esteve nas parcas condições em que a prova decorreu, i.e. meio metro de onda onde até as melhores do mundo tiveram dificuldades em andar.

A maior surpresa desta etapa foi protagonizada pela havaiana Alessa Quizon, de 18 anos, um wild-card que teve uma presença muito forte que lhe assegurou presença nas semifinais.

Happy Sally
©aspworldtour


Sally Fitzgibbons won another World Tour event, against Coco Ho in the final of the Rio Pro.

The end result could not be more fierce: 14.10 against 14.03.

The buzz at this stage in the female event was the meager conditions in which the race took place, i.e. half meter waves where even the best in the world had trouble surfing.

The biggest surprise of this stop was led by Hawaiian Alessa Quizon, 18, a wild-card that had a very strong presence that assured her presence in the semifinals.

08 May 2012

Exclusive | Íthaka: Gosto de Mar • Íthaka: Taste of Sea


Follow Íthaka on Facebook

Músico, artista plástico, escritor, fotógrafo e surfista, Íthaka é um nome incontrolável na cena artística mundial.
Nascido nos Estados Unidos, fez do Mundo a sua casa e criou raízes por todos os países por onde passou: Japão, Grécia, Portugal e Brasil.
Começou cedo na fotografia, mas rapidamente envergou noutras áreas de expressão como a escultura e a música. Tendo sempre o surf presente na sua vida.
Íthaka falou para o SURFOLOGY e contou essa relação especial que tem com o mar e o surf.
Descubram o artista que é surfista… ou será o surfista que é artista…? Aqui fica a conversa e o passeio por entre as várias formas de arte de Íthaka.
 
Musician, sculptor, writer, photographer and surfer, Íthaka is an unavoidable name in the world art scene.
Born in the United States, he took the world as his home and took roots in all the countries he has lived: Japan, Greece, Portugal and Brazil.
Began early in photography, but quickly went into other areas of expression such as sculpture and music. Having surf always present in his life.
Íthaka talked to SURFOLOGY about that special relationship with the sea and surf.
Discover the artist who is a surfer... or is it the surfer who is an artist ...? Here is that conversation and we invite you to take a walk among the various art forms of Íthaka.


Quando e como entrou o surf na tua vida?
Nasci em Orange County, no Sul da Califórnia. Não vivia muito perto do mar, mas todos os dias quando passava à frente da loja de conveniência no meu caminho para a escola, costumava ver as capas da Surfer e da Surfing. Estavam ali, a olhar para mim. A primeira capa de que me lembro tinha o Mark Richerds em Avalon, na Austrália. Despertou mesmo o meu interesse. Tornei-me fã de surf muito antes de começar a surfar.
Comecei a fazer bodyboard durante o verão quando ainda era muito novo, mas apenas comecei a fazer surf quando tinha 12 anos.
O pai de um amigo meu era construtor e estava a construir um hotel em Maui chamado Maui Islander, e convidaram-me para ir com toda a família para passar as férias da Páscoa em Lahaina. Um dia alugámos um barco e fomos até Honolua Bay. Foi aí que vi mandarem tubos pela primeira vez, numa prespectiva vista da água. Estavam cerca de dois metros e completamente perfeito. Não queria acreditar no que estava a ver, surfistas a fazerem tubos de 5-6 segundos, era incrível. Soube que era aquilo que eu queria fazer. No dia seguinte alugámos pranchas e tentámos surfar perto do porto de Lahaina. Levei dois dias a conseguir pôr-me em pé em cima da prancha como deve ser.
Desde aí nunca mais estive fora do oceano mais do que algumas semanas. Aliás, da última vez que estive em Maui fiquei exactamente no Maui Islander, que é neste momento um velho hotel low-budget com muito má manutenção. Por isso, já faço surf há muito tempo.

O que significa o surf para ti?
O surf faz com que tudo o resto na minha vida faça sentido. Estou ocupado com várias áreas de trabalho diferentes e adoro fazer todas elas, mas aquilo que estou sempre à espera é a minha próxima surf trip.
O Surf é o factor motivador da minha existência. E ajuda a minha sanidade a um nível diário.

Íthaka at Rocky Point

O surf é parte integrante do teu trabalho. Como consegues conciliar o desporto na tua arte e na tua música?
A arte e a música são como um espelho surrealista da minha jornada e como o surf é uma grande parte da minha vida diária no planeta Terra ele torna-se parte de praticamente tudo o que faço em termos artísticos.
E porque o surf é base fundamental das criações em si, não preciso de me focar nele numa maneira superficial.
As letras que tenho sobre surf, excepto alguns exemplos mais directos como "I RIDE" e "SEABRA IS MAD", são muito indirectas e encobertas. E as minhas peças de escultura contemporâneas muito raramente representam os oceanos ou as ondas embora sejam construídas a partir de pranchas de surf recicladas.
São principalmente no seu interior, no seu core.

Quando viaja arranja desculpa para ir surfar?
Normalmente escolho locais que tenham ondas, cultura e natureza. Durante os últimos anos tenho estado cada vez mais intrigado com a Natureza. Costumo fazer longas caminhadas na Mata Atlântica, perto do meu estúdio de gravação. Mas na realidade, se procurarmos bem, a maioria dos locais que têm bom surf tem uma história fascinante e vida animal, mas temos que tirar proveito dos dias flat e entregarmo-nos à exploração. Fico completamente espantado com os surfistas que já estiveram em Marrocos múltiplas vezes, mas nunca viram Marrakesh… ou com pessoas que já foram ao Perú mas nunca estiveram em Machuu Pichuu, etc. Absurdo.

Qual a sua surftrip de sonho?
Há algumas ilhas no sul do Atlântico que tenho estado a observar. Espero lá ir nos próximos meses. Quero definitivamente achar algumas ondas que ninguém ainda surfou.
Também quero voltar muito à Madeira. Já estive lá cerca de três vezes e tem ondas ótimas, é um sítio muito bonito.

Qual a primeira palavra que vem à cabeça quando ouve falar de "surf"?
Azul


When and how surf became part of your life?
I was born in Orange County in Southern California. I didn't live very near the ocean, but everyday when I passed a convenience store on the way to school I saw the covers of Surfer and Surfing magazines staring at me in the face. The very first cover I remember was one of Mark Richards at Little Avalon, Australia. It really ignited my interest. I became a fan of surfing a long time before I actually began surfing.  I'd started bodyboarding during the summers from a pretty young age, but I only began to surf on my feet when I was twelve years old. The father of a friend of mine was a hotel builder and was constructing a hotel on Maui called the Maui Islander, he invited me along with the rest of the family to spend Easter vacation there in Lahaina. One day we rented a boat and went into Honolua Bay. It was there that I saw people really getting barreled for the first time from the water/side perspective. It was about two-meters and absolutely perfect. I couldn't believe what I was witnessing, people getting 5-6 second tube rides, it was unbelievable. I knew then that's what I wanted to be doing. The very next day we rented boards and started trying to surf near the Lahaina Harbor. It took me two days to stand up properly.
Since then I have never been out of the ocean for more than a few weeks at a time at the most. The last time I was on Maui I actually stayed at the Maui Islander. It is now a badly maintained low-budget older ghetto hotel. I've been surfing a long time now.

What does surf mean to you?
Surfing makes everything else in my life make sense. I'm busy with a few different areas in my career and I love doing all of them, but the thing I'm always looking forward to most is my next surf trip. Surfing is the motivating factor in my existence. And helps me keep sane on a daily level.

Surf is part of your work. How can you reconcile the sport with your art and music?
The art and music are kind of a surreal mirror of my journey
and because surfing is such a big part of my everyday life here on planet earth it becomes part of pretty much everything I do artistically.
And because it's the fundamental base of the creations themselves,
I don't need to focus on surf on a superficial capacity. 
The lyrics I have about surfing, except for a few direct examples like "I RIDE" and "SEABRA IS MAD" are very indirect and undercover. And my finished contemporary sculpture pieces very rarely specifically represent the ocean or waves even though they are made from recycled surfboards. 
It's mostly on the inside, the core.



When you travel do you find excuses to go surfing?
I usually choose places that have waves, culture and nature. During these recent years I am finding myself more and more intrigued with nature, I go on massive jungle hikes here in the Atlantic Rainforest near my studio. But realistically if you look hard enough, most places that have good surf also have a fascinating history and animal life, but you have to take advantage of the flat days and explore. I'm completely amazed with surfers that have been to Morocco multiple times and never seen Marrakesh...or people that have been to Peru and never been to Machuu Pichuu etc. Absurd.

What’s your dream surftrip?
There are a few islands in the southern Atlantic that I have been looking at.
I'm hoping to go within the next several months. I definitely want to find some waves that nobody has ever surfed. 
I also really want to return to Madeira. I've been there about three times and have gotten great waves, such a beautiful place.

What’s the first word that comes to your mind when you hear talking about surf?
BLUE.





"Almas Gemeas"
"Caruju"

"Lure"

"Rio"

07 May 2012

Nathan Fletcher vence XXL 2012 • Nathan Fletcher wins 2012 XXL

Nathan Fletcher em Teahupoo

Nathan Fletcher foi o grande vencedor do 2012 Billabong XXL com uma onda surfada em Teahuppo, Tahiti.
Outro distinguido foi Garrett MacNamara com a maior onda surfada na Praia do Norte, Nazaré, Portugal.
Já nas mulheres, a brasileira Maya Gabeira foi a distinguida.
Vejam em baixo toda a cerimónia.



Nathan Fletcher was the big winner of the 2012 Billabong XXL awards with a wave surfed in Teahuppo, Tahiti.
Also Garrett MacNamara was honored for the biggest wave surfed in North Beach, Nazare, Portugal.
In the women category, Brazilian surfer Maya Gabeira was distinguished.
See here all the award ceremony.

04 May 2012

Criando um Pro • Raising a Pro

Pai e Filho | Father and Son
©NSSA 
Kolohe Andino é um nome que já toda a gente conhece. No ano passado tive oportunidade de o ver surfar ao lado do pontão de San Clemente. Sozinho na água, aproveitava o onshore para voar em cada onda.
Kolohe é material de campeão. O pai, Dino Andino, fez questão de tratar disso. A comprovar estão as histórias que os locais contam sobre aquela relação pai-filho, da postura "no mercy" de Dino, que muitas vezes chegavam a levar as lágrimas aos olhos de Kolohe.
O que nos leva sempre a questionar: ser surf pro é sonho do pai ou do filho?
A história está repleta de episódios em que os pais transportam para os filhos os seus desejos, os seus sonhos. Muitas vezes os filhos assumem como seus e é o deus nos acuda. Outras, levam esses sonhos até onde podem ou até serem maiores e terem voz para dizer que não é aquilo que querem.
Na recente entrevista de Kolohe à Surfer (e que colocamos em baixo) é notória a presença de Dino na vida profissional de Kolohe. Mas é também claro que a presença de Kolohe no circuito profissional é uma vontade dele e de mais ninguém.
Neste caso, sorte de Kolohe de ter um pai como Dino Andino. Porque é com esse tipo de apoio familiar que são feitos os campeões.



Kolohe Andino is a name that everyone already knows. Last year I had the opportunity to see him surf next to San Clemente pier. Alone in the water, taking advantage of the onshore to fly in each wave.
Kolohe is champion material. His father, Dino Andino, insisted on it. To prove it, stories are told by the locals about the father-son relationship, Dino's "no mercy" attitude, that often came to bring tears to Kolohe's eyes.
Which brings us to ask: to be a pro surfer is a dream of the father or of the son?
History is replete with episodes in which parents carry their desires, their hopes and expectations into their children lifes. Often children take those dreams as their own and God help us. Others take up those dreams until they can or until they are bigger and have a voice to say that is not what they want.
In a recent interview to Surfer (as showned down) is notorious the presence of Dino in Kolohe's professional life. But it's also clear that the presence of Kolohe on the professional circuit is a will of him and nobody else.
In this case, Kolohe is lucky to have a father like Dino Andino. Is with this kind of family support that champions are made.